Terça, 20 de agosto de 2-11, 14h06
POLÍTICA
Quem apostar que Wellington vai enfrentar Pedro Taques ao governo, pode parar de “sonhar”; o senador almeja é ser ministro



Redação

Quem estiver apostando numa eventual candidatura do senador Wellington Fagundes (PR) para governador em outubro deste ano, pode estar “sonhando” no que seria um enfrentamento com Pedro Taques, este sim candidatíssimo à reeleição.

Além de ser visto nos meios políticos locais como “cauteloso” em enfrentar disputas eleitorais que apresentem algum risco de não se eleger, conforme é o caso de uma disputa de envergadura governamental, Fagundes já está sendo tratado, tanto em Brasília, como por estas bandas pantaneiras, como “ministeriável” com previsão de assumir em breve a pasta dos Transportes, que detém um dos maiores orçamentos da União. E é uma área onde ele jé exerce grande influência, em especial no DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte), autarquia ligada ao Ministério dos Transportes.

Nesse sentido de virar ministro de Temer, o senador já é considerado como favorito para assumir o cargo na Esplanada dos Ministérios, a partir de abril. A indicação para a pasta é do PR.

Fagundes substituirá Maurício Quintela, que deixará o ministério para se candidatar ao Senado pelo Estado de Alagoas. Já o senador mato-grossense tem mandato garantido até 2023.

Confirmando as conjecturas de que Fagundes pode se desincompatibilizar do Senado para assumir o cargo de ministro, o blog O Antagonista, um dos mais bem informados da capital federal, aponta que o político mato-grossense se mostra empolgado em assumir o ministério. “Fagundes anda sendo estimulado a tentar o governo estadual, mas seus olhinhos têm brilhado pela Esplanada”, resume o blog.

Por sua vez, contrariando o blog, o senador, no que pode ser um despite de sua parte, afirmou que a possibilidade de assumir o ministério era apenas "especulação".

 

Fagundes alega que o fato de trabalhar na área de infraestrutura e ser presidente da Frente Parlamentar de Logística, faz com que ele seja sempre lembrado para o cargo.

“A gente não pode precipitar nada. O ministro Maurício Quintella está no cargo, é do PR e está fazendo um grande trabalho. Ele já anunciou a possibilidade de ser candidato, mas isso só acontecerá no mês de março. A indicação é do PR. São conjecturas e essa é uma decisão do presidente, a gente não se convida para ser ministro”, afirmou Fagundes.

 


   

   
   

   


Fonte: Página Única
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