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ELEIÇÃO: Fiel escudeiro de Pedro Taques, Wilson Santos aposta na divulgação de obras no horário eleitoral
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10/07/2018 - 05:11
wsetaques
Wilson Santos tem "peitado" adversários de Pedro Taques
RedaçãoEm entrevista ao jornal Diário de Cuiabá, o deputado Wilson Santos, que é hoje um dos principais agentes políticos do governador Pedro Taques (PSDB) e tem ido para o enfrentamento com oposicionistas, para defender o que considera o principal “legado” do atual governador e virtual candidato à reeleição – obras, segundo ele,"concluídas em todos os setores" e que, no entender do parlamentar, não foram devidamente divulgadas, o que WS espera possa ocorrer no horário eleitoral nos meios de comunicação.
Embora, na entrevista, Santos deixe claro que a eleição vai ser difícil e disputada, o parlamentar acredita que o comparativo entre as realizações do governo e as propostas dos demais candidatos vai fazer a diferença e levar a maioria do eleitorado a optar pela "continuidade de Pedro Taques". Confira a íntegra do que WS falou ao jornal:Mostrar obras é o trunfo de Taques, segundo Wilson SantosDa ReportagemA fim de alavancar o governador Pedro Taques (PSDB) para a corrida eleitoral deste ano, o grupo governista aposta na divulgação das ações do gestor tucano durante os quatro anos de mandato. O deputado estadual Wilson Santos (PSDB), líder do governo na Assembleia Legislativa, afirma que o principal norte da campanha de Taques será mostrar ao eleitor todas as obras desenvolvidas durante a gestão tucana, tendo em vista que uma pesquisa de consumo interno mostrou essa lacuna na administração do governador.“O que mais nos empolga é que, nós temos pesquisas de consumo interno que mostram que, em torno de 70% da população não conhecem as obras de Pedro Taques, e quando essas pessoas são perguntadas, quando elas passam a ter conhecimento, mais de 40% admitem o voto. Isso o que vai acontecer, a campanha vai permitir nós mostrarmos o que foi feito”, explicou.Diante desta “lacuna, o parlamentar acredita que não será difícil garantir a permanência de Taques no Palácio Paiaguás. “Quando o cidadão tiver consciência do que o governo Pedro Taques fez, a maioria vai votar pelo Pedro, não vai arriscar. Ela sabe que já fez um caminho enorme, não vai eleger um outro para começar tudo de novo da estaca zero. O Pedro já fez uma boa caminhada, e a população já deu ao Blairo, já deu ao Dante a segunda oportunidade, e vai dar ao Pedro a segunda chance também”, finalizou.No que tange aos ataques dos adversários, Wilson Santos afirma que a oposição está assustada com a postura adotada pelo governador. Para ele, os oposicionistas não esperavam uma reação do gestor tucano.“Os ataques não nos surpreende. A oposição está assustada, porque não esperava que o Pedro pudesse reagir da forma como está reagindo. Mas isso é só o começo, vão aumentar, vão ser cada vez mais duros, mais graves, mas nós já estamos calejados nessas disputas e estamos preparados”, garante Wilson.O parlamentar tucano acredita que durante a campanha eleitoral esses ataques serão intensificados, mas aposta na reeleição de Taques. “Apesar da crise, o governo fez muito. O governo e defensável em todos os aspectos. Vamos apanhar muito, vamos ser agredidos veentemente, mas nós vamos ultrapassar tudo isso e vamos sair lá na frente”, pontuou.Para ele, os principais ataques virão da chapa que será encabeçada pelo ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM), tendo em vista a contratação do ex-senador Antero Paes de Barros como marqueteiro.“Antero é um dos melhores marqueteiros do Brasil, e ele não tem limites, não mede a consequência. Nós sabemos que vamos enfrentar um profissional duríssimo de ser batido, mas ele sabe também que aqui não tem moleza”, pontuou.Apesar disso, Wilson Santos não vê Mendes como a principal ameaça de Taques nas urnas. “Não, não é. A campanha vai mostrar que não”, enfatizou.No que diz respeito a formação do arco de alianças, o deputado afirma que a expectativa é chegar a doze partidos até a convenção, o que irá proporcional a coligação algo em torno de cinco minutos de tempo de TV.“Nós vamos ter uma aliança de sete a doze partidos, vamos ter um tempo o suficiente, porque além deste tempo individualizado por partido ainda tem mais um terço que é repartido igual para todos. Então vamos ter aí de quatro a cinco minutos, que é o suficiente”, diz.Questionado sobre as legendas que poderão integrar o grupo, o parlamentar tucano desconversa. “Vai ter surpresa aí, vai ter partido aí que ninguém espera”, garante.Vale lembrar que, diante da conjuntura nacional, pode ser que o PSD caia no colo de Taques novamente. O partido rompeu com o governador em março deste ano e desde então tem estreitado laços coma oposição. (KA)