CAMARA DE CUIABÁ
Na tribuna da Câmara de Vereadores de Cuiabá, o vereador por Cuiabá, Rafael Ranalli (PL), levou uma embalagem cheia do Ypê e endossou a polêmica lançada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) de que a proibição da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a lotes da marca com o número '1' tem relação com Joesley e Wesley Batista. Seguindo a máxima bolsonarista, Ranalli disse que o presidente Lula (PT) usou o órgão para beneficiar os irmãos Batista, sócios da Minuano, e portanto, concorrentes da marca com problemas.
"Está aqui o novo símbolo da extrema-direita nesse país: o Ypê detergente. O pai Lule deu um jeito de fazer a Anvisa proibir pra quem sabe, por uma coincidência aumentar as vendas do detergente Minuano do qual Joesley Batista é sócio da empresa. Mas são coincidências. No país do tudo errado, quem sabe isso seja certo", disparou o vereador.
Os bolsonaristas elevaram o recolhimento dos lotes da Ypê à polarização política após ser dada publicidade a doações generosas de diretores da empresa a campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Nikolas iniciou uma campanha no Instagram que ganhou mais engajamento após o ingresso da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Isso bastou para que internautas 'patriotas' por todos país aderissem à trend postando vídeos tomando banho e até bebendo o detergente.
A Anvisa, por sua vez, reforçou que o recolhimento dos produtos da Ypê se deve a identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa que pode causar infecções.
COM HNT
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