Após prisão, suspeito indica esconderijo de roupas que podem reforçar investigação de feminicídio

Após prisão, suspeito indica esconderijo de roupas que podem reforçar investigação de feminicídio Reprodução/HNT

A prisão de Gabryel Junio de Almeida Dirceu, de 20 anos, levou a Polícia Civil a novas evidências no inquérito que apura o assassinato de Josivany Borges de Amorim Rodrigues, de 45 anos. Após ser detido, o suspeito indicou aos investigadores um imóvel abandonado em Várzea Grande onde havia escondido roupas utilizadas após o crime.

Segundo a delegada Jéssica Assis, as peças foram encontradas na região central da cidade e algumas delas apresentam manchas que podem ser de sangue humano. O material foi recolhido e encaminhado para exames periciais.

A investigação aponta que Gabryel trocou de roupa depois do homicídio numa tentativa de dificultar sua identificação. Imagens de câmeras de segurança analisadas pela DHPP mostram o suspeito chegando ao local com uma vestimenta e deixando a região posteriormente usando roupas diferentes.

As peças apreendidas passarão por perícia e poderão reforçar o conjunto de provas já reunido pela Polícia Civil contra o investigado.

RELEMBRE O CASO

O crime ocorreu entre a noite de 31 de maio e a madrugada de 1º de junho. Josivany Borges de Amorim Rodrigues foi encontrada morta e parcialmente carbonizada em uma área de vegetação no bairro Centro Sul.

A investigação concluiu que a vítima morreu em decorrência de traumatismo craniano causado por agressões na cabeça. Após o assassinato, o suspeito permaneceu por horas no local, deixou a cena do crime, trocou de roupas, conseguiu gasolina e retornou para incendiar o corpo.

Imagens de câmeras de segurança foram fundamentais para a identificação de Gabryel, que acabou preso após uma semana de buscas conduzidas pela DHPP.

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