Brasil já é o terceiro maior exportador de carne suína do planeta

Brasil já é o terceiro maior exportador de carne suína do planeta Página Única

O Brasil segue ampliando sua relevância no mercado global de proteína animal e já é o terceiro maior exportador de carne suína do planeta. Impulsionado pela competitividade da produção nacional e pela crescente demanda internacional, especialmente na Ásia, o país vem fortalecendo sua presença em mercados estratégicos e ampliando sua participação no comércio mundial do setor.

Atualmente, a União Europeia lidera as exportações globais de carne suína, com embarques que alcançaram aproximadamente 4,3 milhões de toneladas em 2025. Os Estados Unidos aparecem na segunda colocação, com cerca de 2,94 milhões de toneladas exportadas. Na sequência, o Brasil consolida sua posição no ranking mundial ao registrar exportações próximas de 1,5 milhão de toneladas.

A trajetória de crescimento deve continuar nos próximos anos. As projeções para 2026 apontam que as exportações brasileiras poderão atingir 1,83 milhão de toneladas, representando um avanço estimado de 7% em relação ao volume embarcado no ano anterior. O desempenho reflete não apenas a expansão da produção nacional, mas também a abertura e consolidação de mercados internacionais que vêm reconhecendo a qualidade e a competitividade da proteína brasileira.

Entre os principais destinos da carne suína brasileira, as Filipinas têm se destacado como um dos mercados de maior expansão. O país asiático ampliou significativamente suas importações nos últimos anos, reforçando a presença do Brasil na região e contribuindo para a diversificação dos compradores da proteína nacional. O crescimento da demanda asiática continua sendo um dos principais vetores para o avanço das exportações brasileiras.

Outro fator determinante para o desempenho do setor é a elevada eficiência da cadeia produtiva nacional. A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) já apontou a carne produzida no Brasil como a mais competitiva do mundo em termos de custo de produção. Essa vantagem competitiva é resultado de fatores como disponibilidade de grãos para alimentação animal, ganhos de produtividade, tecnologia aplicada ao campo e eficiência logística ao longo da cadeia de produção.

O cenário reforça o protagonismo do agronegócio brasileiro no mercado internacional de proteínas e evidencia o potencial de crescimento da suinocultura nacional. Com demanda global crescente por alimentos, ganhos contínuos de produtividade e expansão da presença em mercados estratégicos, o Brasil se posiciona cada vez mais como um dos principais fornecedores de carne suína para o mundo.