REPRODUÇÃO RADIO CENTRO AMÉRICA
Durante o primeiro debate da Rádio Centro América entre os candidatos ao governo de Mato Grosso, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) citou a ligação do seu adversário Wellington Fagundes (PL) com o ex-governador Silval Barbosa (2010–2014) dizendo que o atual chefe de gabinete de Wellington, Cinésio Nunes de Oliveira, foi delatado por esquemas de propina. Silval teria dito na delação premiada que Fagundes teria pedido a nomeação de Cinésio. E que assim que começaram as obras do MT Integrado, Fagundes teria pressionado Silval para ter vantagens na Sinfra para que pudesse receber uma suposta comissão pelos pagamentos das construtoras.
"O senhor foi parceiro de Silval e seu chefe de gabinete atual, Cinésio, foi delatado pelo Silval por corrupção. O senhor quer voltar à cena do crime?", questionou Pivetta.
Fagundes respondeu que o envio de emendas e verbas orçamentárias faz parte do trabalho parlamentar e não se limitou a um único governo.
"Eu conheço o Cinésio, ele não tem nenhum processo, que ele foi julgado e condenado. Quero dizer que não ajudei só o governo Silval, eu ajudei todos os governos", declarou Fagundes.
Como trunfo de sua atuação, o candidato do PL destacou a aprovação do Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX). "Ajudei a trazer R$ 3 bilhões ao Governo do Estado e R$ 1 bilhão para os municípios", disse.
Fagundes, embora citado no acordo de Silval, nunca respondeu a processos formalizados e não teve nenhuma denúncia provada contra si.
COM MIDIA NEWS
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