JL SIQUEIRA/ALMT
Com somente 5 deputados em plenário, a votação aberta do veto do ex-governador Mauro Mendes (União) ao reajuste de 6,8% dos servidores do Poder Judiciário nesta quarta-feira (09) foi adiada por falta de quórum.
O registro foram de 9 deputados, número insuficiente para que o veto pudesse ser apreciado. A base governista seguiu a prerrogativa que prejudicaria a campanha à reeleição. O veto já havia sido mantido em votação secreta no ano passado, mas uma nova apreciação, agora sob determinação judicial, deveria ocorrer de forma aberta.
Estiveram no plenário além de Russi, compareceram ao plenário Lúdio Cabral (PT), Carlos Avallone (PSDB), Janaina Riva (MDB) e Juca do Guaraná (PSDB), este último de forma remota. Também registraram presença Eduardo Botelho (MDB), Wilson Santos (PSD), Elizeu Nascimento (Novo) e Júlio Campos (União).
“Não adianta a gente colocar o veto para votação com 13 ou 14 deputados. Porque aí, com um ou dois votos contra, o veto é mantido”, afirmou o presidente da Assembleia.
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