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Os candidatos ao Governo de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos) e Wellington Fagundes (PL), concentram os maiores volumes de doações declaradas até o momento na disputa pelo Palácio Paiaguás.
Segundo os dados parciais consolidados junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a dupla de líderes das pesquisas de intenção de voto também dita o ritmo financeiro da corrida eleitoral, sendo os únicos postulantes que já ultrapassaram a barreira dos R$ 400 mil em recursos arrecadados para o financiamento de suas estruturas de rua e marketing.
O montante acumulado por Pivetta e Fagundes reflete a intensa mobilização de doadores privados, empresários do agronegócio e aportes das próprias legendas nesta fase inicial da disputa. Enquanto os demais concorrentes ao Executivo estadual registram receitas mais modestas, o topo do ranking financeiro espelha a forte polarização política que se instalou na Baixada Cuiabana e no interior, onde cada estrutura de comitê e inserção em redes sociais exige alto investimento das coordenações de campanha.
Pivetta aparece na liderança, com R$ 410,5 mil declarados à Justiça Eleitoral. O maior repasse foi feito pelo próprio candidato, no valor de R$ 250 mil. Também aparecem entre os doadores Osmar Ribeiro de Mello, com R$ 100 mil; Marino José Franz, com R$ 50 mil; Soraya Theodora Hadad Simioni, com R$ 10 mil; e Adriana Kozoff Oliveira, com R$ 500.
Na segunda colocação está Wellington Fagundes, com R$ 406 mil. Rubens Pereira Fagundes doou R$ 100 mil, enquanto Jean Carlos Lopes Lino repassou R$ 80 mil e Rodolfo Pereira Fagundes, R$ 70 mil. O próprio candidato declarou R$ 50 mil, mesmo valor doado por Clotildes Fagundes Duarte.
A candidata Natasha Slhessarenko (PSD) aparece em terceiro, com R$ 52 mil, integralmente provenientes de doação da própria candidata.
Já Rafael Millas (Missão) declarou R$ 1.314, recurso recebido da plataforma QueroApoiar.com.br.
Os candidatos Mauricio Coelho (Mobiliza) e Sargento Laudicério (Agir) ainda não apresentaram prestação de contas à Justiça Eleitoral.
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