Fotos: Alair Ribeiro/TJMT
O deputado estadual Gilberto Cattani acompanhou, nesta quinta-feira (22), o Tribunal do Júri que julga os réus pelo assassinato de sua filha, a produtora rural Raquel Maziero Cattani, ocorrido em julho de 2024, no Pontal do Marape, em Nova Mutum.
Antes e durante a sessão, Cattani falou com a imprensa e classificou o crime como bárbaro, afirmando que a família enfrenta um julgamento permanente desde a morte da filha. Segundo ele, a dor é diária e nenhuma decisão judicial será capaz de reparar a perda, mas a condenação é necessária como resposta da Justiça à sociedade.
O parlamentar afirmou que acompanha o julgamento com serenidade e respeito ao Tribunal do Júri, destacando confiar no trabalho da investigação e nas provas reunidas ao longo do processo. Para Cattani, o julgamento representa um momento decisivo não apenas para a família, mas também para a afirmação da Justiça diante de um crime que chocou o estado.
“É um crime que barbarizou a nossa família. A dor é diária. O que esperamos é justiça”, declarou.
Cattani também ressaltou que a responsabilização dos acusados não trará Raquel de volta, mas considera fundamental que o caso tenha um desfecho firme, dentro da lei, como forma de reparação moral e institucional.
O julgamento segue no Fórum de Nova Mutum, sem previsão de encerramento.
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