ASSESSORIA
O continente asiático não está discutindo o futuro, ele está criando essa realidade, e a China lidera esse movimento.
Sendo assim, foi criada em 2015 a Zona de Livre Comércio da Área de Xiamen, na China.
Nessa região, mais de 4 mil empresas focadas na indústria do futuro como inteligência artificial, energia limpa, aviação e novas matrizes energéticas estão no centro da estratégia. O investimento em infraestrutura é muito forte para o futuro, onde eles têm um parque tecnológico com 113 mil m², e um bloco focado em Inteligência Artificial, Big Data, Internet das Coisas com mais 113 mil m².
Não é um hub. É um ecossistema completo.
BRICS como plataforma de inovação
A Base de Inovação do BRICS, que é um mecanismo internacional de cooperação formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico e a influência das economias emergentes no cenário global, tem na China um hub onde países:
* desenvolvem projetos
• treinam mão de obra
• captam investimentos
Integração entre governo e mercado
A inovação não acontece “apesar” do governo — ela é coordenada com ele.
Regulação, formação de talentos e desenvolvimento caminham juntos.
Entre 2020 e 2025, foram investidos US$91 bilhões em inovação.
A China não aposta em tendências isoladas.
Ela constrói ambientes onde a inovação acontece de forma contínua e coordenada.
E você, está se preparando para esse novo mundo onde dominar essas habilidades tecnológicas determinará o seu futuro?
Gabriel Bussiki F. Santos é formado em Business Administration pela Mount St. Mary’s University (EUA), tem mestrado em finanças pela Florida National University, e atualmente é o gestor regional da ApexBrasil no escritório de Cuiabá, MT
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